segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Natarája


"Certa vez um famoso bailarino improvisou alguns movimentos instintivos, porém, extremamente sofisticados graças ao seu virtuosismo e, por isso mesmo, lindíssimos. Essa linguagem corporal não era propriamente um ballet, mas, inegavelmente, havia sido inspirada na dança.
A arrebatadora beleza da técnica emocionava a quantos assiatiam à sua expressividade e as pessoas pediam que o bailarino lhes ensinasse sua arte. Ele assim o fez. No início, o método não tinha nome. Era algo espontâneo, que vinha de dentro, e só encontrava eco no coração daqueles que também haviam nascido com o galardão de uma sensibilidade mais apurada.
Os anos foram-se passando e o grande bailarino conseguiu transmitir boa parte do seu conhecimento. Até que um dia, muito tempo depois, o Mestre passou para os planos invisíveis. Sua arte, no entanto, não morreu. Os discípulos mais leais preservaram-na intacta e assumiram a missão de retransmiti-la. Os pupilos dessa nova geração compreenderam a importância de tornar-se também instrutores e de não modificar, não alterar nada do ensinamento genial do primeiro Mentor.
Em algum momento da História essa arte ganhou o nome de integridade, integração, união: em sânscrito, Yôga! Seu fundador ingressou na mitologia com o nome Shiva e com o título de Natarája, Rei dos Bailarinos".

Texto extraído do livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Bodhidharma e o Templo Shaolin


Bodhidharma – Pintura do Período Meiji (1880)

Não existem registros escritos precisos sobre a origem das artes marciais, no entanto, acredita-se que elas tenham suas raízes mais remotas na Índia, há mais de dois mil anos atrás. Há indícios de que nessa época tenha surgido a primeira forma de luta organizada, chamada de Vajramushti, que seria um sistema de luta de guerreiros indianos.

A história das artes marciais começa a tomar uma forma mais concreta a partir do século VI, quando no ano 520 A.D. um monge budista indiano chamado Bodhidharma – 28º patriarca do Budismo e fundador do Budismo Zen – deixou seu país e partiu numa longa jornada em busca da iluminação espiritual. Bodhidharma (conhecido no Japão como Daruma) viajou da Índia para a China, pernoitando nos templos que encontrava pelo caminho e pregando sua doutrina aos monges ou a quem quer que fosse.

Depois de ter perambulado por boa parte do território chinês, o destino o conduziu ao Templo Shaolin, localizado na província de Honan. Diz a lenda que, ao penetrar no velho mosteiro, Bodhidharma deparou-se com a precária condição de saúde dos monges, fruto de sua inatividade. Foi então que ele iniciou os monges na prática de uma série de exercícios físicos, ao mesmo tempo em que transmitia-lhes os fundamentos da filosofia Zen, com o objetivo de reabilitá-los tanto física quanto espiritualmente.

Os exercícios ensinados por Bodhidharma eram baseados em métodos de respiração profunda e Yôga, e seus movimentos se assemelhavam a técnicas de combate. A prática desses exercícios logo tornou-se uma tradição no templo, vindo mais tarde a atingir um estado de evolução tal que pôde ser considerada como um verdadeiro e completo sistema de autodefesa: o Shaolin Kung Fu, que no Japão é conhecido como Shorinji Kenpo.

Esta arte marcial em ascensão logo mostrava sua eficiência, primeiro com relação à reestabelecida saúde dos monges, e segundo como método de defesa pessoal propriamente dito, posto em prática contra bandoleiros que por vez ou outra saqueavam o templo, de quem os monges em outros tempos eram considerados presas fáceis.

A reputação dos monges lutadores logo se espalhou pela China, fazendo com que o Shaolin Kung Fu se difundisse amplamente pelo país, principalmente durante a Dinastia Ming (1368-1644), vindo mais tarde a conquistar outros países da Ásia e a dar origem a outros estilos de artes marciais, como o Karate em Okinawa.

Artigo Edson Sato

http://www.karate-do.com.br/ead/index.php?option=com_content&task=view&id=33&Itemid=2

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Agradecimentos primeiros

Acho que a base ideal não é uma base sólida e, sim, uma base desestruturada, movediça, flexível, porém forte e resistente. Qualquer coisa no mundo (assim como as pessoas) tem potencial de mudar gradativamente, completamente de modo que dessa coisa permaneça apenas a lembrança, a memória, a identidade. Mudar. A minha família sou grata especialmente por com ela aprender a mudar.

domingo, 1 de agosto de 2010

O que é o Método DeRose

O Método DeRose é uma proposta de life style coaching com ênfase em boaqualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma.

Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da consciência e ao autoconhecimento.

Precisamos esclarecer que o foco do Método não é oferecer benefícios, uma vez que cada um tem suas expectativas pessoais e seria inadequado afirmar que poderia suprir a todas. Os eventuais resultados são apenas consequências de uma filosofia de vida saudável.

Os fundamentos da proposta cultural concebidas pelo Método vem sendo difundidos há mais de cinco décadas.

O Método aponta os mecanismos para se obter uma boa qualidade de vida, objetivo perseguido pela maioria dos profissionais nos dias de hoje. Por meio de reeducação comportamental, uma alimentação saudável, boas relações humanas, boa forma e boas maneiras pode-se conseguir a otimização da vitalidade, produtividade e administração do stress.

Graças ao alcance de sua proposta, o Método DeRose transformou-se em mais do que simplesmente um curso e passou a constituir uma cultura, um estilo de se viver. Seu aspecto fundamental é o alcance do bem-estar pessoal. Para atingir essa meta, diversas ferramentas são utilizadas, entre elas, técnicas respiratórias, técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, além de procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.

O Método foi desenvolvido e é indicado para adultos jovens em uma faixa etária que vai dos 18 aos 58 anos.

É praticado em várias regiões do Brasil, Argentina, França, Inglaterra, Itália, Espanha, Portugal e Estados Unidos.